O grupo heavy metal norte-americano Metallica anunciou na quarta-feira que está a gravar um novo álbum e que contou com a participação do músico Lou Reed.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Metallica gravam novo álbum com Lou Reed
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Dan Beehler: tarde de autógrafos na Galeria do Rock em SP
Quem não ainda não comprou ingresso para a apresentação dos caras, ao lado do Hirax, no Carioca Club (Pinheiros/SP), é bom correr, que ainda dá tempo!
O show rola no dia 17 de junho (sexta-feira), às 19h.
Será uma celebração do Metal 80`s, com dois grandes nomes do Speed/Thrash Metal mundial, dividindo o palco.
Dan Beehler volta ao Brasil, após 25 anos. Já o Hirax, será a primeira vez por aqui.
Será uma celebração do Metal 80`s, com dois grandes nomes do Speed/Thrash Metal mundial, dividindo o palco.
Dan Beehler volta ao Brasil, após 25 anos. Já o Hirax, será a primeira vez por aqui.
Vai ser a chance para quem não conferiu a apresentação do Exciter ao lado do Venom, em 1986, já que Dan promete muitos clássicos dos álbuns, Heavy Metal Maniac, Violence And Force, Long Live The Loud e Unveiling The Wicked. Imperdivel!
Músicos eruditos ouvem e avaliam metal do Slayer, que toca em SP
A ideia de que vai “chover sangue” nesta quinta-feira (9) em São Paulo é uma metáfora que deixa muito roqueiro da cidade feliz. Para quem não conhece o grupo americano de thrash metal Slayer, entretanto, a frase, referência a um dos maiores clássicos do estilo, fica perdida e pode até assustar - desnecessariamente.
Para metaleiros, Slayer representa uma das maiores referências de som pesado de todos os tempos, com guitarras velozes, vocal rouco e agressivo, baixo e bateria em sincronia perfeita - tudo em alto volume e com muito barulho. São 30 anos de carreira, com mais de dez álbuns lançados e clássicos do thrash metal, que fazem da banda uma das “grandes 4” do estilo, junto a Metallica, Anthrax e Megadeth.
Para essas pessoas, talvez não haja muita novidade ao dizer que a banda volta a se apresentar em São Paulo nesta quinta-feira (9), com a turnê World Painted Blood - elas provavelmente já sabem, e vão ao show.
Para apresentar a banda que compôs “Raining Blood” aos não-iniciados na barulheira agressiva do metal, que deixa tantos fãs em êxtase, o G1 convidou três músicos eruditos para avaliar músicas que fazem parte do repertório que o Slayer apresenta na atual turnê.
O [baterista] é criativo, pois as duas músicas são em compasso binário, muito repetitivo, e o cara consegue fazer coisas diferentes, mudar muito os formatos"
Fabio Zanon
A impressão deles ao ouvir ao som do grupo pela primeira vez é de que há muita “repetição” e “simplicidade”, uma música “primal”, com “caráter hipnótico” e tocada por “músicos muito competentes”.
O maestro Gil Jardim, a maestrina Claudia Feres e o violonista erudito Fabio Zanon deixaram claro que não costumam ouvir heavy metal e que não querem fazer juízo de valor do estilo de música de que outras pessoas gostam, nem disputar que estilo é melhor. A análise deles é propositalmente superficial, simples e distante, mostrando a impressão inicial de pessoas que conhecem música clássica ao escutar a banda pela primeira vez.
Composição de fotos mostra o guitarrista do Slayer, à esquerda, e a maestrina paulistana Claudia Feres, que avaliou duas músicas do grupo a pedido do G1. (Foto: Reprodução)
'Eles gostam de Mi bemol!'
Regente titular e diretora artística da orquestra municipal de Jundiaí, a paulistana Claudia Feres nunca tinha ouvido falar em Slayer até o convite do G1. Ela aceitou escutar duas músicas das mais famosas já gravadas pelo grupo: “Seasons in the abyss” e a já mencionada “Raining blood”, e não ficou muito convencida. “Meu mundo é bem distante desse do heavy metal. Não me atrai. Não me faz muito bem.”
Regente titular e diretora artística da orquestra municipal de Jundiaí, a paulistana Claudia Feres nunca tinha ouvido falar em Slayer até o convite do G1. Ela aceitou escutar duas músicas das mais famosas já gravadas pelo grupo: “Seasons in the abyss” e a já mencionada “Raining blood”, e não ficou muito convencida. “Meu mundo é bem distante desse do heavy metal. Não me atrai. Não me faz muito bem.”
Segundo ela, as músicas têm um perfil “muito repetitivo, monotônico". "Rítmica e melodicamente muito pobre”, disse. “A base das duas músicas é muito parecida. Parece que há um cuidado em encontrar essa sonoridade dura e árida, uma sonoridade pesada que traga sentimentos de dor e sofrimento. (Eles gostam de Mi bemol!)”, completou.
Composição de fotos mostra o guitarrista do Slayer, à direita, e o maestro Gil Jardim, que avaliou o grupo a pedido do G1. (Foto: Reprodução)
'Grande batera'
Fabio Zanon contou que já tinha ouvido falar da banda, mas nunca tinha escutado nenhuma das suas músicas. Após ouvir "World painted blood" e "Angel of death", ele fez elogios à bateria do Slayer e à “cozinha”, como costuma-se chamar o casamento sonoro dela com o baixo.
Fabio Zanon contou que já tinha ouvido falar da banda, mas nunca tinha escutado nenhuma das suas músicas. Após ouvir "World painted blood" e "Angel of death", ele fez elogios à bateria do Slayer e à “cozinha”, como costuma-se chamar o casamento sonoro dela com o baixo.
“A bateria é muito interessante. O cara é criativo, pois as duas músicas são em compasso binário, muito repetitivo, e o cara consegue fazer coisas diferentes, mudar muito os formatos. Se não fosse a bateria, o som ia ficar muito primário”, disse. Segundo ele, toda a produção é muito interessante e profissional, mas a sonoridade é “primal, lembrando música ritual, primitiva, com caráter hipnótico”, disse. “Música em compasso binario sempre lembra marcha.”
Segundo Zanon, “World painted blood” usa uma espécie de modo cigano que “é interessante, foge um pouco à expectativa de harmonia padrão que eu esperava nesse gênero e realça o caráter lúgubre da música.”
O violonista erudito fez questão de ressaltar que não é conhecedor do estilo. “Um gênero desses tem de ser julgado dentro de sua própria esfera sócio-cultural. Não dá pra se julgar tomando como parâmetro Beethoven ou com Tom Jobim, é outro departamento”, disse. “Não é que eu não tenha respeito e não admita qualidades musicais, simplesmente não tenho o componente antropológico pra me identificar”, completou.
Jamais se perde de vista a busca por um 'êxtase permanente', seja qual for o tema: a morte, a guerra, o sexo, a droga... Sob esse ponto
de vista, o som é coerente esteticamente"
Gil Jardim
Excentricidade planejada
Para o diretor artístico da Orquestra de Câmara da Universidade de São Paulo e diretor artístico da Philarmonia Brasileira, o maestro Gil Jardim, o Slayer é um grupo muito profissional com ótimos músicos e que faz da personalidade radicalmente excêntrica um negócio competente e bem planejado.
Para o diretor artístico da Orquestra de Câmara da Universidade de São Paulo e diretor artístico da Philarmonia Brasileira, o maestro Gil Jardim, o Slayer é um grupo muito profissional com ótimos músicos e que faz da personalidade radicalmente excêntrica um negócio competente e bem planejado.
“Poderia definir a música feita pelo Slayer, assim como grande parte do rock, como rudimentar se a compararmos com obras produzidas ao longo da história da música clássica ocidental, ou mesmo com a música popular brasileira ou pelo jazz americano”, disse, em texto enviado a pedido do G1.
“Suas músicas trazem letras elaboradas estritamente dentro da linha que caracteriza o grupo, com temas e expressões escolhidas em busca de ‘objetos de uma realidade pervertida, da obsessão além dos sonhos selvagens...’ Na verdade, jamais se perde de vista a busca por um “êxtase permanente”, seja qual for o tema: a morte, a guerra, o sexo, a droga.... E sob esse ponto de vista, o som que tende a ser sempre eletrizante em sua pulsação, em seus decibéis, é coerente esteticamente”, completou.
“Devemos ter claro que, para manter essa linha de ‘excentricidade infinitamente arrojada’ é necessário trabalhar com planejamento, com acuidade, com sagacidade. É um negócio. Esse é o produto da banda Slayer, construído, bem ensaiado (os músicos são muito bons) e, mais que vendido, comprado pela imensa multidão que os acompanham ‘enlouquecidamente’. Naturalmente, o mise en scène é particular, assim como em cada um dos outros estilos musicais”, disse, defendendo o gosto alheio e alegando ser inútil gerar uma disputa sobre qual estilo é “melhor” de que o outro.
Para quem ficou convencido de que vale conhecer, o Slayer toca às 22h, no Via Funchal, em São Paulo. Os ingressos custam de R$ 150 a R$ 250.
Serviço:
Bilheterias da Via Funchal: R. Funchal, 65 – Funcionamento: diariamente, das 12h00 às 22h00
Informações: 3846-2300Vendas Online: www.viafunchal.com.br
Ingressos para grupos: comercial@viafunchal.com.br
Bilheterias da Via Funchal: R. Funchal, 65 – Funcionamento: diariamente, das 12h00 às 22h00
Informações: 3846-2300Vendas Online: www.viafunchal.com.br
Ingressos para grupos: comercial@viafunchal.com.br
Sepultura conta a sua própria história
Quarteto lança, dia 24 de junho, Kairos, seu 12º disco. Letras retratam carreira do grupo, diz guitarrista
O som do Sepultura sai das fronteiras do país há anos, mas agora atinge também uma das maiores gravadoras de heavy metal do mundo. Kairos, 12º disco do quarteto, chega às lojas do mundo todo no dia 24 de junho pela Nuclear Blast.
Gravado em fevereiro e março de 2011 nos estúdios Trama, em São Paulo, o CD teve a própria trajetória da banda como fonte de inspiração, segundo o guitarrista Andreas Kisser.
"O conceito do álbum foi tirado da nossa própria história, dos 26 anos de carreira, mas enfatizando o presente, o que o Sepultura é hoje e por que ainda estamos aqui, apesar de todas as mudanças dentro e fora da banda", escreveu o músico no material de divulgação.
"As letras falam das nossas famílias, relação com gravadoras e empresários, viagens pelo mundo, shows e tudo que faz parte da história do Sepultura", disse o músico.
Para cuidar de todo o processo, foi escalado Roy Z, produtor que trabalhou com Judas Priest, Bruce Dickinson e Helloween, entre outros.
Clima de cinema
Da mesma forma que mostrou em A-Lex, o CD anterior, o Sepultura se aproxima de algo que se poderia chamar de metal cinematográfico. Kairos soa, em vários momentos, como se ilustrasse a trilha sonora de um filme de ficção científica com o apocalipse como tema.
"Spectrum", a faixa de abertura, funciona como uma marcha de heavy metal para esperar o mundo acabar. Não há um sentido negativo aqui. É apenas a maneira eficiente como a banda mineira executa sua música, da mesma forma como outras de sua geração - principalmente estrangeiras - fazem ou já fizeram.
No dia 25 de setembro, o Sepultura se apresenta no Rock in Rio, em noite dedicada ao metal.
O som do Sepultura sai das fronteiras do país há anos, mas agora atinge também uma das maiores gravadoras de heavy metal do mundo. Kairos, 12º disco do quarteto, chega às lojas do mundo todo no dia 24 de junho pela Nuclear Blast.
Gravado em fevereiro e março de 2011 nos estúdios Trama, em São Paulo, o CD teve a própria trajetória da banda como fonte de inspiração, segundo o guitarrista Andreas Kisser.
"O conceito do álbum foi tirado da nossa própria história, dos 26 anos de carreira, mas enfatizando o presente, o que o Sepultura é hoje e por que ainda estamos aqui, apesar de todas as mudanças dentro e fora da banda", escreveu o músico no material de divulgação.
"As letras falam das nossas famílias, relação com gravadoras e empresários, viagens pelo mundo, shows e tudo que faz parte da história do Sepultura", disse o músico.
Para cuidar de todo o processo, foi escalado Roy Z, produtor que trabalhou com Judas Priest, Bruce Dickinson e Helloween, entre outros.
Clima de cinema
Da mesma forma que mostrou em A-Lex, o CD anterior, o Sepultura se aproxima de algo que se poderia chamar de metal cinematográfico. Kairos soa, em vários momentos, como se ilustrasse a trilha sonora de um filme de ficção científica com o apocalipse como tema.
"Spectrum", a faixa de abertura, funciona como uma marcha de heavy metal para esperar o mundo acabar. Não há um sentido negativo aqui. É apenas a maneira eficiente como a banda mineira executa sua música, da mesma forma como outras de sua geração - principalmente estrangeiras - fazem ou já fizeram.
No dia 25 de setembro, o Sepultura se apresenta no Rock in Rio, em noite dedicada ao metal.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
The Agonist: não ligo para titulo de Hottest Chick in Metal Press-Release
Confira a entrevista concedida ao jornalista e critico musical por Costábile Salzano Jr em
http://theultimatepress.blogspot.com
http://theultimatepress.blogspot.com
O The Agonist tem três apresentações agendadas para o próximo mês de Junho no Brasil. Dia 12 de Junho, no Carioca Club, em São Paulo; dia 13, no Clube do Tênis, em Catanduva (SP); e dia 15, no Music Hall, em Curitiba.
Serviço The Agonist em SP
Data: 12 de junho (Domingo)
Horário: 19h
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros.
Ingressos: Rockland - Galeria do Rock
Internet: Ticket Brasil
Quanto:
R$ 60,00 (Promocional e Estudante)
R$ 100,00 (camarote limitado com direito à conhecer os músicos)
Informações: (11) 7527.4084
Websites:
http://www.darkdimensions.com.br
http://theultimatepress.blogspot.com
Imprensa: (13) 9161.6267
Data: 12 de junho (Domingo)
Horário: 19h
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros.
Ingressos: Rockland - Galeria do Rock
Internet: Ticket Brasil
Quanto:
R$ 60,00 (Promocional e Estudante)
R$ 100,00 (camarote limitado com direito à conhecer os músicos)
Informações: (11) 7527.4084
Websites:
http://www.darkdimensions.com.br
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Imprensa: (13) 9161.6267
Vocal do Maiden é piloto por não ter dinheiro para comprar avião
De acordo com o site romeno Metal Head, especializado em heavy metal, Bruce Dickinson só se tornou piloto de aviões comerciais para poder comandar suas próprias aeronaves. "Eu nunca quis ter essa profissão. Mas como não sou (o ator) John Travolta (proprietário de um avião), essa seria a única maneira de fazer isso", disse o vocalista do Iron Maiden.
Acre Metal Battle 2011
A cidade do rock no Acre é Rio Branco, disso não há dúvidas. Então não é de se estranhar que as bandas de heavy metal daqui estejam nos últimos preparativos para a batalha do ano, que será realizada neste sábado no Quadrilhódromo do Tucumã, a partir das 19 horas: o Acre Metal Battle 2011.
Discórdia, Fire Angel, Metal Live, Silver Cry e Suicide Spree disputam uma vaga para a edição nacional, que será realizada no próximo mês em Varginha (MG). O ganhador vai representar o Brasil no W.O.A Metal Battle durante o festival Wacken Open Air, na cidade de Wacken, na Alemanha.
Novidades na etapa estadual
Os organizadores ainda preparam o 1° Fórum de Rock & Metal do Acre com a participação de Airton Diniz, editor-chefe da revista Roadie Crew. Modo de produção, o trabalho das bandas, shows, espaços destinados a divulgação do estilo e o papel da mídia especializada são as pautas. O debate vai acontecer na sexta-feira, às 18 horas, no Museu da Borracha e a entrada é gratuita.
A realização dos eventos é da Amupac, Dream Cry Produções Artísticas, Pé Inchado Rock Productions e Studio 7 com apoio do governo do Acre, prefeitura de Rio Branco e Jasc Imports. Os ingressos para o Acre Metal Battle 2011 serão vendidos a R$ 8 para estudantes e para quem assinar a lista amiga (www.amupac.blogspot.com) e R$ 16 inteiro.
A banda do Acre que disputou as edições nacionais nos últimos três anos foi a Survive. Em 2009 eles ficaram em segundo lugar no Metal Battle Brasil e quase foram escolhidos para representar o Brasil na Alemanha com outras oito bandas de países como a França, Itália, Finlândia, Bélgica e Noruega.
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